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Maracaiaguaçu, O Gato Grande, aliás, Vasco Fernandes, ou o elogio do discurso evangelizador (Artigo)

Artigo da historiadora portuguesa Maria José dos Santos Cunha, publicado na Revista Ágora, publicação eletrônica semestral do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS) e do Núcleo de Pesquisa e Informação Histórica (NPIH) da Universidade Federal do Espírito Santo.
 

Resumo: O artigo tem por objetivo destacar a figura pouco conhecida de Maracaiaguaçu, o chefe temiminó refugiado com a sua tribo, em 1555, na ilha de Santo António, através da versão dos jesuítas que o conheceram. Da leitura dos textos jesuíticos despontam, paralelamente, a figura deste chefe, as alianças políticas, a visão edificante da conquista espiritual, que justificava a evangelização, e permite-nos aceder ao espaço negocial entre conquistadores e indígenas, entremeado de mal entendidos e compromissos, cujo final era a integração dos indígenas no mundo colonial.

Palavras-chave: Espírito Santo; Índios; Jesuítas

 

Texto Completo

 
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Referência

CUNHA, Maria José dos Santos. Maracaiaguaçu, O Gato Grande, aliás, Vasco Fernandes, ou o elogio do discurso evangelizador. Revista Ágora. Vitória, n. 20, p. 24-40, 2014. Disponível em: http://periodicos.ufes.br/agora/article/view/9172/6440
 

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