Viagem à alma do Brasil

No limiar da Aurora
27 de dezembro de 2018

Viagem à alma do Brasil

Jonas Reis
 

Uma aventura on the road por um grande, generoso e sofrido país.

 

VIAGEM À ALMA DO BRASIL é o relato de viagem on the road por todas as regiões do Brasil, ouvindo sua gente simples, revelando a história local e descortinando cenários longínquos deste grande, generoso e sofrido país.

 

Jonas Reis faz roteiro alternativo e opta por hospedagens simples e transporte barato. Passa pelas cidades e indaga de sua história; atravessa vilas e navega seus rios; observa e conversa com as pessoas no caminho, ouvindo-as sobre seus sonhos e suas dores. De barco, de carona, de ônibus esquadrinhando a paisagem, de trem ou caminhando. História, festas e lendas. Um buda na Amazônia. Descendo o grande rio. Uma noite em barco fantasma, sob tempestade. Parintins. Os índios e o guaraná. Uma vila que atravessou o Atlântico. Marajó. História de uma pajé. Os caminhos de Lampião e Maria Bonita na caatinga. Um Contestado. Canudos e Antonio Conselheiro, Palmares e Zumbi. Os caminhos, a política e revoltas do Sul. Anita e Garibaldi. A santa, a poetisa e as lonjuras do Centro-Oeste neste retrato humano de um país pouco conhecido dos próprios brasileiros.


 
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"Fazia tempo que eu queria pegar a estrada. O Brasil sempre foi uma voz chamando ao longe e eu precisava ver o país de perto. Queria fazer a viagem, mas não por roteiro encaixotado, tomado por lugares maquiados, monumentos lustrosos e hospedagens caras. Não queria um Brasil ensaboado e sem alma. Queria passar pelas cidades e saber de sua história. Atravessar as vilas, navegar os rios. Queria observar e conversar com as pessoas no caminho, mergulhar na sua vida, garimpar seus sonhos, ouvir suas dores. E comer numa birosca qualquer, dormir em qualquer lugar.

"Eu vinha protelando a partida, mas um dia a inquietação desceu do peito e chegou às mãos. Peguei o bloco de anotações e tracei o roteiro preliminar. Voaria até Manaus, navegaria o Rio Amazonas, passaria pelo Amapá, pela Ilha de Marajó, seguiria para Belém e subiria o Pará. Chegaria ao Nordeste a bordo do velho trem da Estrada de Ferro Carajás, seguiria para o Sertão e a Caatinga de Lampião e Maria Bonita e desceria de volta para o Sudeste. Depois de uma escala em casa percorreria os Estados do Sul, faria outra escala e alcançaria o Centro-Oeste. Não tinha a pretensão de desvendar os grandes centros, mas passaria por eles, mochila nas costas, a caminho de algum lugar."