11/02/2016

04/06/1647: lida de Azeredo Coutinho Buscar minas das esmeraldas

Recebido a 4 de junho de 1647 lida de Azeredo Coutinho Buscar minas das esmeraldas Da capitania do Espírito Santo escrevi a Vossa majestade dando-lhe conta como partira para o Sertão em dezessete de maio do ano passado de mil e seiscentos e quarenta e seis, ao descobrimento das esmeraldas, a qual jornada fomos continuando com muito trabalho, por acharmos os rios tapados (cobertos) com muita madeira e outras descomodidades que fomos padecendo, com as […]
04/11/2016

26/07/1647: Alvará que encarrega o descobrimento e superintendência das minas de esmeraldas do Sertão da Capitania do Espírito Santo aos Padres da Companhia do Rio de Janeiro

EU EL-REI faço saber aos que esta minha Provisão virem, que, tendo-se encarregado o anno de 1645 o descobrimento das minas das esmeraldas, que se intende ha no sertão da Capitania do Espirito Santo, a Domingos de Azevedo Coutinho, e a seu irmão Antonio de Azevedo, e aos Padres do Companhia de Jesus do Rio de Janeiro, e mandado para esse effeito ao Governador Geral do Estado do Brazil que lhes desse todo o favor, […]
04/11/2016

27/07/1647: Alvará que encarrega o descobrimento e superintendência das minas de esmeraldas do Sertão da Capitania do Espírito Santo aos Padres da Companhia do Rio de Janeiro

EU EL-REI faço saber aos que esta minha Provisão virem, que, tendo-se encarregado o anno de 1645 o descobrimento das minas das esmeraldas, que se intende ha no sertão da Capitania do Espirito Santo, a Domingos de Azevedo Coutinho, e a seu irmão Antonio de Azevedo, e aos Padres do Companhia de Jesus do Rio de Janeiro, e mandado para esse effeito ao Governador Geral do Estado do Brazil que lhes desse todo o favor, […]
16/11/2016

História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil e noutras partes sob o governo do ilustríssimo João Maurício conde de Nassau, de Gaspar Barléu (1647)

Tópico intitulado Lichthart tala o território baiano: O vice-almirante Lichthart e o coronel Carlos Tourlon partiram para a Baía com poderosa esquadra de 20 naus, que levava 2.500 homens de armas. Desembarcando ali os soldados, deram provas horrendas de cruéis do seu furor bélico. Reduziram a cinzas todos os engenhos de portugueses, menos três; tomaram ou queimaram quantos navios pequenos encontravam aqui e acolá ; devastaram e depredaram, à vista dos cidadãos, as lavoiras circunvizinhas, […]
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